Histórico

Pela visão de Rodrigo de Melo Franco de Andrade, à atuação de Juscelino Kubitschek de Oliveira organizou-se, em 1954, um dos mais significativos museus do Brasil. Constituído em grande parte por um conjunto de valor histórico e artístico dos séculos XVIII e XIX, relacionados com a mineração de diamantes e sua influência na economia e no meio social do antigo Distrito de Diamantina.

Seu significativo acervo é em sua maior parte relacionado à cultura do diamante, num tripé diamante-fé-violência, além de objetos pecuniários (bônus, cédulas, moedas e vales) e de interiores (acessórios, condicionador de temperatura, equipamentos de serviços domésticos, de iluminação, utensílios de cozinha e mesa). Este importante acervo possibilita vários tipos de leitura, tais como a análise dos aspectos formais dos objetos, a determinação dos períodos aproximados em que foram executados e o seu significado no contexto cultural.

Inegável é que o Museu do Diamante se apresenta como um dos mais importantes marcos históricos e significativos lugar da memória de Diamantina, revelando os valores referenciais da história da cidade. Além de sua função específica, como instituição de caráter público, o museu é um espaço destinado a manifestações culturais, dando ênfase a variadas e importantes atividades por parte dos diversos grupos da sociedade local.