Nota do Ibram sobre o incêndio do Museu Nacional, da UFRJ

O incêndio que destruiu o Museu Nacional, da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, neste domingo (2) é a maior tragédia museológica do país. Uma perda incalculável para o nosso patrimônio científico, histórico e cultural.

Tamanha perplexidade que toma a todos, nos defronta com o maior desafio dos museus: consolidar e implementar uma política pública que garanta, de forma efetiva, a manutenção e conservação de edifícios e acervos do patrimônio cultural brasileiro.

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) articulou ainda a criação de força-tarefa, no Rio de Janeiro (RJ), voltada à recuperação das instalações e acervo do Museu Nacional, que sofreu grave incêndio no último domingo (2).

Composto por técnicos e especialistas em gestão de risco (museólogos, arquitetos e outros profissionais da área cultural) vinculados às três esferas de governo, o grupo realizará reunião de emergência no início da tarde desta segunda-feira (3) para dar início a um trabalho de diagnóstico, mapeamento de danos e planejamento de recuperação do patrimônio cultural atingido.

Estarão presentes profissionais e gestores do Ibram e museus vinculados ao órgão no Rio de Janeiro (Museu Histórico Nacional, Museu Nacional de Belas Artes, Museu da República), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Superintendência Estadual de Museus da Secretaria do Estado de Cultura do Rio de Janeiro, Prefeitura do Rio de Janeiro e Conselho Internacional de Museus (ICOM).

A força-tarefa deverá iniciar o trabalho assim que o prédio do Museu Nacional seja liberado pela Defesa Civil.

 

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