Instituto Brasileiro de Museus

Museu do Diamante

Acervo do MD

Conheça um pouco mais sobre o acervo do Museu do Diamante: Ferros de passar: a coleção de utensílios domésticos do Museu do Diamante conta com diversos ferros de passar. Alguns possuíam um recipiente próprio para colocação das brasas e outros eram esquentados diretamente sobre o fogo. Séc XIX – Material/Técnica: fundição/madeira/metal/torneado Frisadores: os frisadores eram […]

publicado: 01/07/2020 15h03, última modificação: 09/12/2020 14h35

Conheça um pouco mais sobre o acervo do Museu do Diamante:

#PraCegoVer: Imagem com fundo claro com foto de três ferros de metal de diferentes formas, com a frase “Logo tudo isso vai passar.” No rodapé, logomarcas institucionais.

Ferros de passar: a coleção de utensílios domésticos do Museu do Diamante conta com diversos ferros de passar. Alguns possuíam um recipiente próprio para colocação das brasas e outros eram esquentados diretamente sobre o fogo.

Séc XIX – Material/Técnica: fundição/madeira/metal/torneado

#PraCegoVer: Imagem com fundo cinza claro com a foto de três frisadores de metal com o mesmo formato. Frase “Já que não pode ir ao salão, o jeito é cuidar dos cabelos em casa.” No rodapé, logomarcas institucionais.⁣

Frisadores: os frisadores eram usados nos séculos XVIII e XIX para produzir frisos e babados nas vestimentas, sendo também utilizados para fazer cachos nos cabelos – uma espécie de tataravô do atual “babyliss”. As perucas cacheadas eram símbolo de distinção, usadas por homens e mulheres da nobreza. ⁣

Séc XIX – Material/Técnica: fundição | metal⁣

PraCegoVer: Imagem com fundo claro com a foto de uma chapeleira aberta marrom escuro com detalhes em dourado e um buraco no meio especificamente do tamanho de uma cartola. O forro interior da chapeleira é coberto de desenhos no mesmo padrão nas cores dourado e laranja e há uma cartola preta no centro. Tanto a cartola quanto a chapeleira apresenta desgastes em função do tempo. Frase “Quando puder viajar, não se esqueça dos itens essenciais!.” No rodapé, logomarcas institucionais.⁣

Chapeleira com cartola: as cartolas eram artigos luxuosos durante o século XIX, usadas pelos homens das classes abastadas como símbolo de distinção. Nas viagens, eram transportadas em chapeleiras luxuosas, confeccionadas especialmente para acomodar as cartolas sem danificá-las.⁣

Séc XIX – Material/Técnica:⁣
costura/couro/fundição/lavrado/madeira/marcenaria/metal/tacheado/tecido⁣

PraCegoVer: Imagem com fundo cinza claro e a foto de uma santa de madeira segurando um livro com uma criança no colo. A peça tem a presença das cores azul escuro, vinho, verde claro, vermelho, marrom e dourado. Frase “Seja paciente com as aulas remotas!.” No rodapé, logomarcas institucionais.⁣⁣

Santana Mestra: A coleção de arte sacra do Museu do Diamante reúne exemplares da arte mineira setecentista, como imagens sacras e oratórios. Essas peças se relacionam aos preceitos estilísticos do Barroco e Rococó, o primeiro caracterizado pela dramaticidade, assimetria, profusão de elementos e uso massivo do douramento. Já o Rococó tem por característica uma composição mais leve e mais limpa, com predomínio do branco, azul e vermelho, além das famosas rocalhas – formas curvas e orgânicas, que marcaram o estilo francês de decoração no século XVIII.⁣

Séc XVIII – Material/Técnica: douramento/entalhe/folha de ouro/madeira/policromia/tinta⁣

PraCegoVer: Imagem com fundo branco com a foto de uma santa de madeira com um bebê no colo nas cores marrom escuro, verde escuro, dourado, marrom claro e bege. Frase “Aproveite seu tempo em família!.” No rodapé, logomarcas institucionais.⁣⁣

Nossa Senhora Mãe dos Homens: A arte colonial foi escolhida pelos intelectuais modernistas, encarregados de criar a ideia de Patrimônio brasileiro, como representante legítimo da identidade nacional. Nesse contexto – década de 1930 – muitos exemplares da arte colonial mineira estavam se perdendo e sendo vendidos para fora do país. A consolidação de uma política de patrimônio no Brasil, que data desse período, foi fundamental para que hoje possamos admirar obras de arte como essas em nossos museus.⁣
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Séc XVIII – Material/Técnica: entalhe/gesso/madeira/modelagem/pintura/tinta⁣

PraCegoVer: Imagem com fundo branco e uma foto de um realejo retangular de madeira nas cores marrom escuro, amarelo escuro, bege e laranja claro. Há desenhos e palavras na superfície do objeto, como também uma manivela na lateral. Frase “Fique em casa, ouça música!.” No rodapé, logomarcas institucionais.⁣⁣

Realejo: Os realejos eram espécies de caixas de música que tocavam uma composição pré-definida ao girar de uma manivela. Durante o século XIX, estavam associados aos modos de sociabilidade e lazer das elites, que gostavam de entreter seus convidados com música e procuravam reproduzir no Brasil os hábitos europeus, associados à civilidade e ao requinte. ⁣

Século XIX – Material/Técnica: costura/fundição/impressão/madeira/marcenaria/marchetaria/metal/papel/tecido⁣

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